A solenidade da Assunção de Nossa Senhora, celebrada em 15 de agosto, será marcada por um momento especial de fé, alegria e ação de graças na Paróquia Senhor Bom Jesus, em Potim/SP. Ir. Rita Catumbela Catito celebrará sua consagração religiosa como Missionária Scalabriniana, acolhendo o SIM generoso à Vida Religiosa Consagrada.
A celebração eucarística será presidida por Dom Joércio Gonçalves e marcará oficialmente a consagração religiosa de Ir. Rita, que assumirá os votos de castidade, pobreza e obediência, entregando sua vida a Deus e colocando-se a serviço da missão junto aos migrantes, refugiados e às pessoas mais necessitadas.
Inspirada no Evangelho de São Lucas: “Eu estou no meio de vós como aquele que serve” (Lc 22,27), a celebração recordará que a vida consagrada encontra no serviço e na entrega ao outro uma expressão concreta do seguimento de Jesus Cristo. O rito também contará com a apresentação de símbolos que recordarão a história vocacional da jovem e o caminho percorrido até sua consagração.
Assim como Maria, Ir. Rita será chamada a viver sua vocação com disponibilidade, confiança e abertura à vontade de Deus, assumindo a itinerância missionária e o compromisso de “ser migrante com os migrantes”.
Ao longo da celebração, a comunidade será convidada a acolher a história vocacional de Ir. Rita e a reconhecer, em seu sim, a ação de Deus que continua chamando mulheres para a missão scalabriniana: um chamado que se manifesta na história e encontra na entrega da própria vida uma resposta de amor.
A consagração de Ir. Rita representará um novo passo em sua caminhada vocacional e missionária. Seu sim se unirá ao de tantas mulheres que, ao longo da história, responderam ao chamado de Deus e se colocaram a serviço das pessoas em mobilidade, testemunhando a esperança, a acolhida e a comunhão na diversidade.
Que Maria, mulher do sim e discípula fiel, acompanhe a caminhada da Ir. Rita, para que sua vida consagrada seja sempre expressão de amor a Deus, serviço aos irmãos e compromisso com a missão junto aos migrantes e refugiados.
Por Ir. Luciana Pitol, com o Serviço de Comunicação












