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Naufrágio no Mediterrâneo deixa mais de 40 migrantes mortos

Resgate de sobreviventes aconteceu quatro dias após o naufrágio

Quatro migrantes foram resgatados nessa quarta-feira, 9, após um naufrágio que matou pelo menos 41 pessoas próximo à costa da Itália. Os sobreviventes são três homens e uma mulher, da Costa do Marfim e Guiné.

De acordo com os sobreviventes, o barco, que partiu de Sfax, na Tunísia, virou após ser atingido por fortes ondas após apenas seis horas no mar. Segundo os relatos, todos os 45 ocupantes caíram no mar, a maioria sem coletes salva-vidas.

Os resgatados contaram que ficaram por horas na água até que subiram em um barco abandonado, onde ficaram à deriva por quatro dias até serem encontrados por um navio cargueiro. Depois do primeiro resgate, foram transferidos para um navio da Guarda Costeira italiana e levados para a ilha de Lampedusa.

No domingo, 6, dois naufrágios deixaram 32 migrantes mortos na região de Lampedusa, entre eles uma mulher e uma criança, cujos corpos foram recuperados. Segundo a Guarda Costeira italiana, 57 pessoas foram resgatadas com vida.

Um dos barcos levava 48 migrantes e o outro, 42. Ambos partiram de Sfax, de onde sai a maioria dos barcos que tentam cruzar o Mar Mediterrâneo até a Europa.

Segundo o ACNUR, a Agência da ONU para os Refugiados, pelo menos 2.134 migrantes morreram ou desapareceram ao tentar cruzar o Mediterrâneo em 2023, em dados contabilizados de 1º de janeiro até 07 de agosto. Desde janeiro, mais de 90 mil pessoas chegaram à Itália por essa rota.

Por Amanda Almeida, da Equipe de Comunicação

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