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Líderes religiosos se reúnem em Joanesburgo para combater a apatridia

Na segunda-feira, 17, 30 líderes religiosos, representantes de consulados, universidades, redes de migração, organizações sociais e religiosas nacionais, internacionais e governamentais se reuniram no The Nicol Hotel, em Joanesburgo, África do Sul, para um encontro estratégico focado na situação dos indocumentados e apatridas.

O evento foi organizado pela Ir. Neide Lamperti, coordenadora do Departamento de Migrantes, Refugiados e Tráfico Humano da Conferência dos Bispos Católicos da África Austral (SACBC), com a parceria dos Jesuítas da África Austral (SAP), Advogados para os Direitos Humanos (LHR) e a Rede de Nacionalidade da África Austral (SANN). O principal objetivo do encontro foi dar passos concretos para erradicar a apatridia na região.

Durante o evento, os participantes revisaram e adotaram uma resolução conjunta, enfatizando o papel importante dos líderes religiosos na luta contra a apatridia. Além disso, foi desenvolvido um roteiro para orientar campanhas de conscientização, ações de advocacia legal e intervenções políticas.

Esse encontro deu continuidade aos workshops de capacitação realizados anteriormente, reforçando os compromissos de melhorar o registro de nascimento, resolver lacunas legais e envolver as comunidades afetadas na busca por soluções permanentes.

O evento também se alinha à Aliança Global do ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) para acabar com a apatridia, um esforço internacional que visa erradicar a apatridia. Este compromisso global busca garantir que todas as pessoas tenham uma nacionalidade reconhecida, protegendo seus direitos fundamentais e proporcionando acesso a serviços essenciais, como saúde, educação e emprego.

Ao apoiar essa iniciativa, o encontro em Joanesburgo marca um passo decisivo para assegurar que todos os indivíduos na África Austral, incluindo migrantes, refugiados e outras populações vulneráveis, possam obter uma identidade legal, e eliminar as barreiras legais e sociais que impedem sua plena integração e cidadania. Com isso, reforça-se o compromisso de promover a justiça social, os direitos humanos e a inclusão na região.

Por Ir. Neide Lamperti, com o Serviço de Comunicação

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