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Papa Francisco, Audiência Geral: a tortura de prisioneiros é desumana

Ao final da Audiência Geral desta quarta-feira, 17, o Papa Francisco pediu pela libertação dos presos em conflitos, recordando as populações da Ucrânia e da Terra Santa e os prisioneiros torturados. A catequese do Papa nesta quarta-feira foi voltada para a virtude da temperança, o “poder sobre si mesmo”.

“Pensemos nos prisioneiros de guerra: que o Senhor mova a vontade de libertá-los todos”, pediu o Papa, que afirmou que a tortura de prisioneiros é “uma coisa muito ruim, não é humana” e convidou os fiéis a pensar “em tantas torturas que ferem a dignidade da pessoa e em tantos torturados”.

A catequese do Papa Francisco nesta quarta-feira foi centrada na virtude da temperança, que assegura o domínio da vontade sobre os instintos e mantém os desejos dentro dos limites da honestidade. “A temperança é o poder sobre si mesmo. Portanto, esta virtude é a capacidade de autodomínio, a arte de não se deixar arrebatar por paixões rebeldes, de pôr ordem naquilo a que Manzoni chama a “desordem do coração humano””, afirmou o Pontífice durante a Audiência Geral.

Em sua catequese, Francisco destacou que, em um mundo onde muitas pessoas se orgulham de dizer aquilo que pensam, a pessoa temperante prefere pensar o que diz, sublinhando que a qualidade da pessoa temperante é o equilíbrio. O Papa recordou que, no mundo em que vivemos, tudo nos empurra para o excesso, enquanto a temperança faz comportar-nos com discrição, humildade e mansidão. “A felicidade com temperança é alegria que floresce no coração de quem reconhece e valoriza o que mais conta na vida”, afirmou.

Por Amanda Almeida, da Equipe de Comunicação

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