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Formação do Serviço Sociopastoral aprofundou o advocacy na missão scalabriniana

Foi realizada nesta segunda-feira, 9, a formação do Serviço Sociopastoral “Advocacy na perspetiva de São João Batista Scalabrini, contribuindo para nossa atuação Partilha da Missão”, ministrada por Adriano Pistorelo. A formação contou com a participação das Irmãs e colaboradores das unidades sociopastorais das Scalabrinianas, bem como momento de patilha das atividades de algumas unidades.

Adriano iniciou a formação trazendo um questionamento junto à imagem do Cristo Redentor: “O Brasil acolhe de braços abertos todas as pessoas que chegam?”. Ele falou sobre a incidência política, pontuando as ações de São Scalabrini em prol dos migrantes e citações sobre as migrações, que se aplicam ainda nos contextos atuais.

Entre os temas tratados, Adriano falou sobre questões vistas e vividas por São Scalabrini que se mantêm ainda atuais, pontuando, ainda, sobre a vivência das Irmãs dessas mesmas situações ainda nos dias atuais nos vários centros de acolhida das Scalabrinianas não apenas na Província Maria, Mãe dos Migrantes, mas também nas demais províncias.

Ele destacou que a construção de redes sem foi um fator central na atuação scalabriniana, tanto historicamente quanto em tempos contemporâneos, como uma estratégia de transformação estrutural. Em relação ao trabalho em rede, Adriano sublinhou a fundação por São Scalabrini da Sociedade São Rafael, uma associação leiga para apoiar os migrantes.

Falando sobre os riscos da incidência política, Adriano destacou resistências institucionais, criminalização da migração, deslegitimação, cansaço institucional, o custo da incidência, sublinhando que essas questões sempre estiveram presentes na experiência scalabriniana. Ele pontuou, ainda, situações que dificultam cada vez mais a atuação junto aos migrantes e refugiados.

Ao fim da formação, foi realizado um momento de partilha do trabalho das missões das Scalabrinianas, que contou com a participação do Bienvenu Shelter, de Joanesburgo, África do Sul, da Pastoral dos Migrantes, de Boa Vista/RR, Brasil, e da CEPAMI (Comissão Episcopal da Pastoral para os Migrantes e Itinerantes), de Angola.

Por Amanda Almeida, do Serviço de Comunicação

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