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Representantes das Scalabrinianas e CAM participaram de ciclo de palestras no grupo RANDONCORP

Na quarta-feira, 26, representando a Congregação das Irmãs Scalabrinianas e Centro de Atendimento ao Migrante (CAM), Adriano Pistorelo e Cristiane Scopel de Sene participaram do ciclo de formações na RANDONCORP no escopo do programa “Sonhos que Transcendem Fronteiras”. Foram três momentos mais que especiais: pela manhã, na Empresa FRASLE, Pistorelo conduziu a conversa com migrantes, imigrantes, coordenadores e colaboradores a respeito de terminologias, conceituação, mas, acima de tudo, construção de sonhos, desafios e integração.

Foi um momento especial e desafiador abordar os entraves da integração local e poder contar com a colaboração da professora Aline Passuelo na fomentação desse diálogo social, no meio corporativo, a fim de ampliar soluções duradouras, efetivas e reais.

Seguimos no desafio de, em alguma medida, sermos construtores, assim como integradores no fortalecimento dos direitos transversais, edificando pontes para o acesso à saúde, educação, direito à cidade, mas não somente, instigar o respeito e a colaboração para acolhimento a todas as pessoas, independentemente de onde ela nasceu.

Olhando nos olhos das pessoas em imigração ou migração, refletimos que não falamos de pessoas, falamos com as pessoas que escolheram ou foram forçadas a deslocar-se; são pessoas que, no Brasil, apenas não possuem direito ao voto, ainda.

E cremos que, ainda que minimamente, desconstruímos alguns muros da distância, do desconhecimento e de outros estigmas. Para nós, esse transcender de fronteiras para sonhar encontra alicerce na instrução poderosa de nosso Santo fundador: ninguém migra se não for para esperançar, ou seja, em busca da esperança de um futuro melhor, de proteção, mas de dignidade humana, conforme assegura a nossa Constituição.

Mares e fronteiras não devem ser limite para sonhar, esperançar e proteger-se. Nossa atuação como entidade visa fomentar sempre uma migração segura, ordenada e regular. Fortalecer o direito de todas as pessoas não é escolher um grupo social, mas construir cidadania e acima de tudo fortalecer a democracia para qualquer pessoa.

Por fim, alinhamos nossos princípios basilares no olhar a pessoa na sua integralidade, onde, como nos ensina Mário Sérgio Cortella, que nossa comunidade de acolhida veja “beleza na diversidade, complementaridade na diferença, sobretudo a riqueza na pluralidade”, o que faz nosso país um dos mais lindos do planeta.

Por Adriano Pistorelo, da Equipe de Comunicação

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